Tuesday, January 30, 2007

A origem do Surf.

Conta-se que o rei Tahito, conhecido por Moiheka foi o primeiro polinésio surfista que chegou ao Havaii. Porém, em 1778 quando o navegador James Cook descobriu o arquipélago, ele afirmou que já existiam surfistas nas ilhas. Cook, considerou o surf uma atividade relaxante, mas diversos missionários protestantes que habitavam o local não tiveram a mesma opinião e durante todo o século 18 desestimularam a prática do desporto.

Até o início do século 20 o desporto permaneceu em baixo até conhecer o nome do "pai do Surf " Duke Paoa Kahanamoku, que manteve o surf verdadeiramente vivo graças a sua simples e pura persistência pelo desporto dos reis.

Até então, o mundo não tinha idéia do que era o Hawaii, muito menos o surf, entretanto nas Olimpíadas de 1912, em Estocolmo, Duke Kahanamoku ganhou uma medalha de ouro na natação quebrando o recorde mundial nos 100 m estilo livre e uma de prata no revezamento 4 x 200.


Duke fez o mundo saber que ele era um surfista da praia de Waikiki, situada no arquipélago havaiano e que o surf era o acto de cavalgar as ondas do mar. Esta foi provavelmente a primeira vez que o mundo ouviu falar do Havaii e do surf.


Dizem que um antigo rei do Hawaii tinha o costume de se arriscar nas altas ondas locais. Para saudar as pessoas que o assistiam na praia, ele acenava para os nativos. O que fazia a diferença é que ele tinha apenas os dedos polegar e o mínimo em uma das mãos e era com essa mão que ele acenava para a praia. A partir daí os surfistas do mundo adotaram o gesto da realeza como uma forma de cumprimento da tribo do surf.

O melhor do mundo... Kelly Slater

Parece fácil

Boas vibrações

Ah pois é!!!!

Nos anos noventa, aquando da explosão da internet – conta-nos Chris Mauro num dos últimos editoriais da Surfer – um grupo de surfistas norte-americano ter-se-á sentido ofendido com a utilização da expressão “surfar na web”. A coisa foi de tal modo que se organizaram para tentar impedir que o seu uso se generalizasse – reclamando junto de muita gente, desde congressistas a editores de revistas de surf. Evidentemente que se tratava de um combate inglório. Por mais heróico que seja o propósito, lutar contra forças imparáveis é pouco avisado.
Não havia nada a fazer. O acto de percorrer com o browser a informação infindável disponível na net passou a ser conhecido pelo mesmo verbo com que um grupo fechado – que se via e era visto como diferente de todos os outros – descrevia o modo como deslizava no mar, usando a energia das ondas. Aparentemente, não poderia haver algo de mais diferente entre o Surf e o “surf” feito à secretária na world wide web. Estávamos perante um mundo de opostos – o que provocou a ira dos nossos companheiros norte-americanos. Mas seria mesmo assim?
Não teria de ser necessariamente através da associação com a generalização da web – talvez o passo mais importante para a democratização do conhecimento desde a invenção da imprensa por Gutenberg e da ideia de escola pública e obrigatória pelo Iluminismo – mas, mais cedo ou mais tarde, era inevitável. O Surf teria de sair do gueto e abandonar o mundo dos “happy few” em que teimava habitar. A razão é simples: poucos actos corporizam de um modo tão exacto características essenciais da vida contemporânea como o de Surfar.
O Surf propriamente dito é uma experiência efémera, passageira e que se limita a um deslizar na superfície. Visto de fora, sublinhe-se, o Surf aparenta partilhar aspectos essenciais para descrever a existência dos nossos dias.
“Surfamos” nos leitores de MP3, que enchemos de músicas que vamos ouvindo de forma aleatória, sem nunca chegarmos a conhecer na totalidade os álbuns de que fazem parte; na televisão, “surfamos” entre canais, asfixiados por uma oferta que é deprimente e excessiva; no ensino, do secundário ao superior, os livros integrais foram sendo trocados por leituras de excertos, sobre as quais “surfamos” sem apreendermos o seu sentido total; na vida laboral, cresce o número daqueles para quem os recibos verdes já não são uma experiência de transição, mas sim uma forma de “surfar” entre rendimentos invariavelmente escassos. Os exemplos do carácter efémero, precário e superficial da vida contemporânea são muitos. As novas gerações, aquelas para quem “surfar na net” é já um acto natural, estão, no fundo, habituadas a equilibrar-se sobre ondas instáveis. Estão habituadas a “surfar”.
O “surf” é uma boa metáfora para a contemporaneidade, aliás revela alguns dos seus aspectos mais negativos. Mas o “surf” não é como o Surf. É verdade que se trata de uma experiência passageira e que não passa da superfície. Contudo, como nenhuma outra, deixa uma marca indelével. Quem faz Surf sabe que o equilíbrio sobre as ondas, a fugir das espumas, marca para sempre, intensamente e de um modo profundo. Esse é, contudo, um segredo que os surfistas devem começar seriamente a pensar em guardar para si, como se se tratasse de um tesouro escondido que não convém desvendar.
Nem toda a gente Surfa. No entanto, o uso abusivo do “surf” arrisca contaminar o mundo perfeito do Surf. O que serve para recordar que, hoje, ganha um novo sentido o velho slogan da Gotcha nos anos oitenta – “if you don’t Surf, don’t start”. É que numa coisa os nossos companheiros norte-americanos tinham razão ao insurgir-se contra a utilização abusiva do verbo Surfar: nada de pior nos poderia acontecer do que o mundo do Surf ver-se transformado numa simples experiência efémera, transitória e superficial, influenciado pelo “surf” que está em tudo o que hoje se faz.
publicado na Surf Portugal.

Isto é Portugal

Divirtam-se...

O meu projecto















É para lhe oferecer experiências de sonho que criei a Why Not ®, a tua marca de experiências extraordinárias.

Seleccionei, preparei e testei cada um dos produtos a pensar nas tuas emoções, oferecendo desde um salto de paraquedas a um momento de relaxamento num spa.

Despertamos a sensualidade, a adrenalina, por vezes o espanto…

É por si que a Why Not ® existe, é por si que vai crescer. Para que seja cada vez mais simples e divertido realizar os seus sonhos ou os dos seus amigos, dos seus melhores clientes ou até mesmo incentivar os colaboradores da sua empresa.

Visita-me em www.whynotevents.net

Tuesday, November 21, 2006

The Long Tail ou Cauda Longa

Long Tail ou Cauda Longa, explica o poder dos nichos frente aos grandes da industria e promete selar o fim da era dos blockbusters.

Agora são as pessoas, que determinam que merece sucesso.

O nome cauda longa é devido ao formato do gráfico gerado: os grandes ocupam o topo, mas um pequeno espaço; enquanto os nichos são pequenos e infinitos. (Chris Anderson)

The Long Tail é um fenomeno observado em empresas da web que facturam, o termo Long Tail sobre produtos de nicho tanto ou mais que os tradicionais produtos "Hot".

Graças à Internet, a soma dos milhares d produtos de nicho qu hoje não chegam às prateleiras, às estações de rádio ou às yelas de cinema por causa das suas baixas vndas, vão ser um mercado tõ grande quanto o dos Hits, ou ainda maior.

O fenómeno também é um produto dos nossos tempos e passou a existir com a popularização da Internet, como não há limitração de espaço fisico para exibição de produtos, os mercados de nicho podem ser explorados da mesma forma que o mercado de massas ou ou simples convencional.

Tuesday, November 07, 2006

Marketing Viral

O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais preexistentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de e-mail de adicionar sua publicidade ao e-mail que sai de seus usuários. O que se assume é que se tal anúncio alcança um usuário "susceptível", esse usuário "será infectado" (ou seja, se activará uma conta) e pode então seguir infectando a outros usuários susceptíveis

De forma mais geral, o marketing viral se utiliza as vezes para descrever algumas classes de campanhas de marketing baseadas na Internet, incluindo o uso de web logs, de sites aparentemente amadores, e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere a ideia que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos

Assim concluo dizendo que o conceito de marketing viral é muito mais antigo do que o próprio conceito de marketing. Desde sempre as notícias correm de boca em boca, atiçando a imaginação e curiosidade das pessoas. Este é o princípio básico do viral

Otimização para Sistemas de Busca SEO

Optimização para sistemas de Busca é um conjunto de regras e métodos usados para melhorar o posicionamento de websites na listagem de resultados das máquinas de Busca e pode também ser considerado um subconjunto de regras para o marketing em sistemas de Busca.
O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimizers, Acrônimo SEO) também se refere a indústria de consultoria, que trabalham na optimização de projectos e websites de seus clientes.
SEO são as várias formas de aumentar a probabilidade de alguém procurar pelo assunto de um site, e o site aparecer nos primeiros resultados da pesquisa

Folksonomy ou Folksonomia

Folksonomia é uma forma relacional (criar relações entre coisas) de categorizar e classificar na web. Ao invéz de utilizar uma forma hierárquica e centralizada de categorização de alguma coisa, o usuário escolhe palavras-chaves (conhecidas como “tags”) para classificar a informação ou partes de informação. Tag em inglês significa “etiqueta”, “identificação”. “Taggear” é identificar, etiquetar alguma coisa. Não confunda o termo tag abordado aqui com as tags de HTML, eles são dois processos distintos de classificar (dar significado?) as coisas